Procura-se um amor Cap.3

Divirta-se com o terceiro capítulo desta história envolvente.

Nina: Eu estou procurando uma casa… Da D.Cintia.
Amélia: Ah, é aquela sem número. Vai trabalhar pra ela?
Nina: Espero que sim. Notou pelas malas? Não sei o que vou fazer se ela não gostar de mim.
Amélia: Ela é muito simples e solitária não vai ser difícil.
Nina: Não trouxe dinheiro para voltar.
Amélia: Vai dar tudo certo.
Cintia: A minha vida é de uma aposentada simples. Você sabe cozinhar?
Nina: Sei fazer o trivial, mas posso aprender novas receitas.
Cintia: Gostei da sua conversa. Vamos fazer uma experiência.
Nina: Onde eu ponho as minhas tralhas?
Tony: Estava dormindo ainda?
Cintia: Descansando. Faz bem no meu estado.
Tony: Faz bem.
Cintia: Ainda não decidi. Não fique tão animado.
Tia Dora: Quem diria que eu ia encontrar uma parente. Josefa, sua mãe era minha sobrinha neta. Logo sou sua tia.
Cintia: Estou sem palavras. Posso chamá-la de tia?
Tia Amélia: Como não casei e nem tive filhos. Fiquei pra titia. É assim que me chamam. Tia Amélia.
Tony: A casa está cheia. Nem parece aquela mulher solitária.
Roseli: Com o quê você trabalha mesmo?
Tony: Sou empreendedor. Tenho negócios no interior.
Roseli: O interior é bom para agronegócios, é o seu caso?
Tony: Não falo de negócios nos feriados.
Roseli: No que é mesmo que o Tony trabalha?
Cintia: Sei que é empreendedor, mas não tenho detalhes.
Roseli: Acho que você devia procurar saber como ele vai sustentar o filho. Se você tiver.
Cintia: Ele sempre paga a conta e não economiza.
Roseli: Não deve ser golpista. Afinal você é professora aposentada.
Tony: Meu amor, vamos dançar?
Cintia: Só essa música.
Tony: Você vai querer mais.
Roseli: Nossa, ele está evitando falar. Tem caroço nesse angu.

Autor: Laercio Lucena


Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *